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Da redação | 3 de Junho de 2017 - 16:12:00

Vacinação contra aftosa será prorrogado em regiões do Planalto e Fronteira

Obrigatória, vacinação tem mantido índices superiores a 99% nos últimos anos

O prazo para imunização do rebanho contra a febre aftosa será prorrogado em alguns municípios das regiões do Planalto e Zona de Fronteira, em Mato Grosso do Sul, conforme portaria enviada pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para publicação. Mesmo considerando satisfatórios os índices alcançados durante o período normal da campanha – se comparados com anos anteriores – a Iagro enviou para publicação uma portaria prorrogando o prazo.

Segundo o diretor-presidente, Luciano Chiochetta, foram considerados os relatos das equipes da agência sobre as dificuldades de manejo dos animais, em virtude das fortes chuvas quando da realização dos trabalhos de vacinação e de identificação individual eletrônica de bovídeos, que acontecem simultaneamente nos municípios de Bela Vista e Porto Murtinho neste período.

Conforme a portaria, ficará prorrogado o período de vacinação nos municípios de Amambai, Tacuru, Naviraí, Caarapó, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Bela Vista e Porto Murtinho  – região do Planalto  – para até o dia 15 de junho e o período de registro para até 30 de junho.

Para os municípios de Ponta Porã, Mundo Novo e Japorã – zona de fronteira – o período de vacinação foi estendido para até 30 de junho e a data de registro para até 15 de julho.

Os pecuaristas da região do Pantanal, com suas peculiaridades e dificuldades de acesso, tem prazo conforme calendário oficial até 15 de junho para vacinação, podendo realizar ainda numa segunda etapa, aberta em novembro.

Obrigatória, a vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul tem mantido índices superiores a 99% nos últimos anos, fruto de estratégias bem sucedidas da Agência e a parceria com os produtores. Desde os episódios da doença em 2005, serviço de defesa e produtores trabalham conjuntamente contabilizando importantes conquistas como o fim da zona de alta vigilância na fronteira e o retorno das exportações de carne produzida naquela região para o mercado internacional.

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