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Da redação | 12 de Junho de 2017 - 07:35:00

Exportação de MS tem alta de 6%

Faturamento com vendas ao exterior chega a US$ 1,14 bilhão no ano
Produtos do setor de frigoríficos tiveram alta nas exportações

A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul registrou alta de 6% no período de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, aumentando de US$ 1,08 bilhão para US$ 1,14 bilhão, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Já na comparação de maio de 2017 com maio de 2016 o crescimento é de 19%, saltando de US$ 181,4 milhões para US$ 216,5 milhões.

Quanto ao volume exportado, na comparação dos cinco primeiros meses deste ano com os cinco primeiros meses do ano passado, há uma redução 9%, diminuindo de 3,66 milhões de toneladas para 3,33 milhões de toneladas. Já em relação à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 56% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano, na mesma comparação, a participação ficou em 58%.

Já o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, destaca que, de janeiro a maio, os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Açúcar e Etanol”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais” e “Couros e Peles”, que, somados, representaram 96,8% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.

O grupo “Celulose e Papel” somou US$ 411,9 milhões, apontando queda de 6% sobre igual período de 2016, quando as vendas atingiram US$ 438 milhões. A redução observada se deu principalmente pela diminuição nas compras em importantes mercados para a celulose de Mato Grosso do Sul, com destaque para a China, Itália e Espanha, e em razão da redução do preço médio da tonelada da celulose, que passou de US$ 421,08 em 2016 para US$ 407,36 em 2017.

No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação alcançou o equivalente a US$ 372,8 milhões, um aumento de 16% sobre igual período de 2016, quando o total ficou em US$ 322,3 milhões. O crescimento observado se deu principalmente pelo aumento de 13% no preço médio da tonelada das carnes exportadas pelo grupo, que passou de US$ 2.440,83 em 2016 para US$ 2.762,78 no mesmo período de 2017.

 

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