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Laureano Secundo | 30 de Janeiro de 2018 - 10:10:00

Governador quer apressar acordo com Bolívia

Acordo pode consolidar Termofronteira em Corumbá e Fábrica de fertilizantes em Três Lagoas
Governador  Reinaldo Azambuja espera consolidar compra do gás diretamente da Bolívia

“A implantação da Termofronteira em Corumbá e Ladário e a UFN3 em Três Lagoas devem acelerar as tratativas entre o governo de Mato Grosso do Sul e o Governo da Bolívia para assinar um acordo que possibilite a compra do gás diretamente”. Esta foi a afirmação do governador Reinaldo Azambuja ao defender mais uma vez o estabelecimento de um acordo comercial. A declaração foi dada pouco antes de uma reunião que manteve com uma delegação boliviana.

O o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) negou que o Estado vá privatizar a MSGás (Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul)  “Não tem privatização da MSGás. Quem fala isso é quem não tem conhecimento. O que existe é um estudo pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)”,  Se nós estamos tentando comprar gás boliviano via MSGás é que o Estado tem interesse que ela cresça, como fornecedora do Estado não só de gás natural, mas de outros insumos”, frisou o tucano.

No caso da Termofronteira o governador informou que se trata de um projeto de R$1,0 bilhão e que deverá consumir mais de 1,0 milhões de metro cúbicos de gás. Já com relação a UIFN3 que está sendo vendida pela Petrobras a perspectiva de consumo de gás deve superar 2,6 milhões metros cúbicos. Em ambos os casos há necessidade de confirmação do fornecimento para que investidores tenha a garantia para colocar os projetos em andamento.

O presidente da MS-Gás Rudel Trindade disse que a reunião de hoje é sequência de uma negociação que teve início com o entro realizado no final do ano passado em Brasília com o presidente Evo Morales e j[á teve uma visita do governador Reinaldo Azambuja a La Paz. “Os estados estão apresentando suas demandas relacionadas a diversos setores como segurança, logística e no caso de Mato Grosso do Sul estão as questões” como  segurança, afirmou ”

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